Odisseia - consultoria literária e linguística

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Por dentro do barco: processo seletivo

Esse mês o bench é sobre processo seletivo: como a Odisseia traz novos membros pra EJ e como funciona nosso processo (as etapas, as avaliações, etc).


O primeiro e maior problema que a Odisseia tinha com processo seletivo era ele ser seletivo demais. Como assim? De 30 pessoas que se inscreviam para participar do processo, nem 10 eram selecionadas para entrar pra Odisseia. E aí você pode dizer que, bem, isso faz parte da experiência empresarial, a concorrência é grande no mercado de trabalho e promover essa vivência faz parte das EJs e do próprio movimento.


Certo.

Mas a experiência empresarial oferecida pela EJ não deveria ir além do processo seletivo?


Esta era toda a vivência que nós estávamos oferecendo a algumas pessoas da faculdade que se interessavam pela EJ: o processo. E isso frustrava os candidatos e, aos poucos, a reputação da Odisseia na faculdade foi comprometida.

A gente dizia que queria dar experiência, capacitar estudantes, oferecer novas perspectivas, mas não deixava quase ninguém entrar na EJ.

As consequências então foram aparecendo: frustração de candidatos durante e depois do processo, EJ com reputação ruim na faculdade, estudantes desencorajando outros a se inscrever no processo porque "não vale a pena, ninguém é aceito". Percebemos, com isso, que estávamos perdendo ótimos empresários em potencial e que não estávamos alinhados com os nossos próprios propósitos. Queremos oferecer a vivência empresarial, então não podemos ficar barrando aqueles interessados em conhecê-la!


E foi assim que nasceu o P.Ent - Processo de Entrada.


A primeira iniciativa foi mudar o nome do processo: "de seletivo" para "de entrada", ou seja, enfatizar mais a entrada na EJ do que a seleção de quem pode ou não entrar.


Depois disso, mudamos a estrutura do processo. O processo seletivo funcionava em três fases eliminatórias; o processo de entrada passou a ter três partes consecutivas. Todos os candidatos, então, participam de todas as partes do processo: prova individual, dinâmica em grupo e entrevista individual. Assim, mesmo que eventualmente o candidato não se torne trainee, a experiência do processo é mais completa, assim como a experiência empresarial.


Por fim, decidimos mudar nosso critério de admissão: ao invés de procurar todas as razões pelas quais o candidato se encaixará na EJ, passamos a procurar razões pelas quais ele não poderia se adaptar. Assim, em teoria, todos os candidatos já estão dentro da EJ a partir do momento que se inscrevem no processo.


Como isso funcionou pra gente?

Bons resultados:

  • A quantidade de membros dentro da EJ aumentou muito — o que foi ótimo, considerando que somos uma EJ pequena.

  • A reputação da EJ na faculdade melhorou, porque a quantidade de estudantes interessados em entrar aumentou — os ingressantes em especial contribuíram para a circulação de boas características da Odisseia pelo instituto.

  • Candidatos que não passariam em um processo seletivo tradicional entraram na Odisseia pelo processo de entrada e surpreenderam muito mais, trazendo mais resultado, do que candidatos que em um processo seletivo tradicional teriam entrado direto. Ou seja, se tivéssemos aplicado um processo tradicional, teríamos perdido um ótimo empresário júnior e ganhado um membro que se desligaria no segundo mês de EJ.

Coisas a se considerar:

  • Percebemos a necessidade de implantar com mais velocidade a cultura da EJ para promover maior engajamento — porque não adianta deixar todo mundo entrar na EJ, empolgando a galera, e depois ficar dependendo de demandas internas para os trainees curtirem a experiência empresarial.


E é isso, gente!

Esperamos que esse bench ajude a sua EJ de alguma forma! Vocês também podem entrar em contato com os nossos membros pra conversar mais a respeito, e estamos à disposição pra falar sobre outros assuntos também! E vamos lá, MEJ, vamos nos conectar!